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10 mai 2019

Prémio Nacional de Reabilitação Urbana

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A sétima edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana (PNRU) de 2019, à qual concorreram 80 projetos nacionais distribuídos por 20 concelhos, decorreu nesta quinta-feira, dia 9, no Museu dos Coches em Lisboa.

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Nesta cerimónia, o prémio Nacional de Reabilitação Urbana para o melhor projeto de serviços e comércio foi atribuído à Sede da Plural – Cooperativa Farmacêutica, C.R.L., localizada em Coimbra e da autoria dos Arquitetos Alexandre Dias e Amália Freitas, do gabinete ORANGE arquitectura e gestão de projecto L.da.

Este prémio visa "reconhecer, premiar e divulgar a excelência" na renovação das cidades portuguesas, afirmando-se "atualmente como a mais prestigiada distinção na área da reabilitação do edificado e requalificação dos territórios em Portugal", segundo a organização.

Para o Presidente do Conselho de Administração da Plural, Dr. Miguel Silvestre, "a reabilitação deste edifício deveu-se a um conjunto de fatores que todos conjugadas permitiram que tivesse sido possível fazer este importante investimento para a empresa que assim fica dotada dos meios necessários para crescer e desenvolver a sua atividade nas próximas décadas sem grandes constrangimentos." "A opção da Plural por um edifício já existente teve como base o fato de não se pretender construir mais betão, mas sim recuperar um edifício já existente e que se encontrava muito degradado, numa zona com grande significado para a cidade de Coimbra em termos industriais, como é a Pedrulha, e que aqui estiveram sedeadas grandes empresas como a Triunfo, a Estaco e a Fábrica de Cervejas de Coimbra."

Para o autor do projeto, Arq. Alexandre Dias, "a fachada pública existente é preservada, respeitando-se a partir desta, a cércea, materiais e cores dos acabamentos das novas intervenções, sendo ainda nesta lógica que a Torre dos Silos e a Sala de Fabrico são também reabilitadas; a nova construção que se amarra à fachada principal reabilitada, materializa-se numa linguagem marcadamente contemporânea, que intenta, mais do que criar distâncias de segurança, assumir como possível um compromisso entre dois léxicos, de contágio propositadamente dúbio, entre o antes e o agora…"

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